Índice de vulnerabilidade juvenil à violência melhora em Itabuna

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Será publicado em breve o INDICE DE VULNERABILIDADE JUVENIL A VIOLÊNCIA 2014, porém de acordo com a versão preliminar, Itabuna melhorou sensivelmente sua posição, estando agora em 37ª lugar no Brasil, um grande avanço já que em 2009 a cidade era campeã nacional no referido índice.

Vários municípios do sul e extremo sul do Estado, pelo IVJ V 2014 foram deixados pra trás, como: Eunápolis (8ª colocação nacional), Teixeira de Freitas (9ª colocação nacional), Ilhéus (25ª colocação nacional) e Porto Seguro (28ª colocação nacional). Apesar de ainda figurar no limiar dos municípios com vulnerabilidade muito alta (0,501), os dados apontam que Itabuna está no caminho certo para redução mais ainda desse índice, o que por certo, será alcançado por intermédio de programas de inclusão sociocultural como o Viv-à-rte, Casa das Artes, Programa de Arte Itinerante, agentes culturais em áreas de interesse social (inclusive no presídio de Itabuna), entre outros como prevenção primária à violência, desenvolvidos pela Prefeitura de Itabuna, através de suas secretarias e fundações.

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O relatório de Vulnerabilidade Juvenil à Violência é encomendado pela UNESCO e pela Secretaria-Geral da Presidência da Republica ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, tendo por objetivo gerar insumos e indicadores para a formulação e implementação de políticas públicas que levem em consideração a incorporação e implementação de políticas públicas e de estratégias de prevenção e enfrentamento das altas taxas de violência com, contra jovens observadas no país, em especial contra os jovens negros, que foram, em 2013, 18,4% mais encarcerados e 30,5% mais vítimas de homicídios dos que os jovens brancos, segundo a 8ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Para tanto, o Relatório contempla um inédito índice de vulnerabilidade juvenil à violência que, em seu cálculo, considera o risco relativo de jovens negros e brancos serem vítimas de assassinatos (IVJ – Violência e Desigualdade Racial).

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Com o objetivo de evidenciar o peso do componente desigualdade racial na vulnerabilidade juvenil à violência, também foi inserida uma simulação do IVJ – Violência e Desigualdade Racial, supondo que o risco relativo entre adolescentes e jovens brancos e negros fosse neutro, ou seja, como se não existisse tal diferença.

Em outras palavras, na simulação, foi neutralizado o peso do componente desigualdade racial da mortalidade por homicídios, a fim de estimar qual seria o percentual que seria capaz de reduzir a exposição do jovem à vulnerabilidade à violência, se conseguisse acabar com a desigualdade na mortalidade violenta entre jovens brancos e negros.

O IVJ leva em consideração quatro dimensões: VIOLENCIA ENTRE OS JOVENS, FREQUÊNCIA À ESCOLA e SITUAÇÃO DE EMPREGO, POBREZA no Município e ESCOLARIDADE. Tem como universo de análise os municípios com mais de 100 mil habitantes no Brasil.

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Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC)

Assessoria de Comunicação (ASCOM)

 

 

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