TOCHA OLÍMPICA FEZ SUCESSO EM ITABUNA

ERIC SOUZA (TEXTO) | ERIC SOUZA e LUCIANO AGUIAR (FOTOS). | ASCOM FICC. 

 

O fogo olímpico foi aceso. A tocha, que saiu da Grécia no dia 21 de abril de 2016, mais do que carregar consigo um calor especial, que anuncia a proximidade do maior evento esportivo do planeta, traz um conjunto de significados, entre eles, o da paz entre os povos. Não por acaso, antes de chegar em Brasília, no dia 3 de maio, passou pela sede da Organização das Nações Unidas, em Genebra. No Brasil, o revezamento explora 300 cidades em todas as regiões do país até chegar ao Rio de Janeiro, sede dos jogos que acontecerão em agosto de 2016.

 

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Autoridades municipais e o atleta Paulão erguem a Tocha Olímpica em palco montado na Praça Rio Cachoeira. - Foto: Eric Souza. 

 

Neste sábado (21), o revezamento chegou em Itabuna. Pontualmente cronometrado, o trecho percorrido na cidade, de cerca de 5,5 quilômetros teve o seu ponto de partida na Avenida Manoel Chaves, em frente à Vila Olímpica Professor Everaldo Cardoso, às 16h30min.

 

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Ballet Viv-à-rte fez uma bonita apresentação na Praça Olinto Leoni e na Praça Rio Cachoeira. - Foto: Luciano Aguiar. 

 

O revezamento contemplou a participação de 5 personalidades locais, destacadas por seus trabalhos e empenho no incentivo à prática de esportes ou mesmo pelos resultados que obtiveram como esportistas. Nesta lista, entraram Khalila Magalhães Silva, uma das maiores incentivadoras do esporte em Itabuna e atleta de Vôlei do Grapiúna Tênis Clube; Maruse Dantas Xavier, nadadora premiada nacionalmente; Pedro Sebastião Filho (Pedro das Medalhas), medalhista do Atletismo nacional e participante de várias maratonas; Paulo Roberto da Silva Rezende (Paulão), ex-atleta de Handebol; e Dinamar Guimarães, chefe da Força Tarefa Local que preparou a cidade para este momento.

 

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Dinamar Guimarães e o secretário de Esportes José Evaristo Cardoso. - Foto: Eric Souza.

 

Dinamar contou que o convite para ser uma das condutoras da tocha causou-lhe um sentimento mixto de felicidade e supresa. “Nós passamos quase 6 meses trabalhando muito para que esse momento fosse bonito. Toda a prefeitura esteve envolvida, com mais de 600 pessoa (diretamente) e mais de 1.500 indiretament). Se a tocha em si já nos causa uma grande emoção, preparar a cidade para esse evento é muito gratificante. Aí, veio o convite e eu fiquei muito feliz”, disse Dinamar.

 

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Grupo Afro Encantarte e Grupo de Dança de Tâmela França, no Jardim do Ó. - Foto: Luciano Aguiar.

 

O prefeito Claudevane Leite disse que é muito simbólica essa passagem da tocha por Itabuna, porque a cidade tem um predisposição natural para enfrentar desafios e vencê-los. “Hoje, Itabuna tem programas e projetos que são referência no país na proteção de crianças e jovens, seja na área de Esportes, seja na Cultura. Estamos fazendo o dever de casa e a passagem da tocha nos indica o quanto temos de comemorar por estarmos investindo nas nossas crianças, com o Projeto Bom de Bola, Melhor na Escola, da Secretaria de Esportes; a Casa das Artes e o Programa Viv-à-rte, da FICC”.

 

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Vane assegurou que foi investido neste evento cerca de R$10 mil - Foto: Eric Souza.

 

O prefeito falou ainda dos investimentos feitos pela prefeitura para essa passagem: “Ao contrário do que muitos disseram, todo o evento foi patrocinado por empresas privadas, as mesmas que estão financiando esse revezamento pelo Brasil todo. Em Itabuna, o nosso investimento foi de R$10 mil, referentes aos grupos culturais trazidos pela FICC para esse momento especial. Então, é importante dizer que o investimento aí foi mínimo”, disse o prefeito.

 

Atrações culturais

 

As atrações culturais que se apresentaram nos trechos onde aconteceu o revezamento foram um show a parte. No início do trajeto, o revezamento foi recepcionado pela fanfarra do Colégio Estadual de Itabuna; ao longo do percurso, apresentaram-se o Grupo Afro Encantarte, o Grupo de Dança de Tâmela França, o Grupo de Capoeira do Mestre China com as crianças da Legião da Boa Vontade (LBV), alunos do curso de Violino da Casa das Artes, a fanfarra do CAIC, alunos de Ballet do Programa Viv-à-rte; as baianas estilizadas do Pai Gildo e a Banda Municipal Falcões.

 

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Violinistas da Casa das Artes e o Grupo de Capoeira do Mestre China. - Foto: Luciano Aguiar.

 

No palco armado na Praça Rio Cachoeira, especialmente preparado para fechar o revezamento com chave de ouro, o atleta Paulão, visivelmente emocionado, disse que Itabuna entra para a história da Olimpíada de modo muito positivo. “Nossa cidade tem talentos esportivos, tem gente que pensa no Esporte como ele é, uma forma de proteger as pessoas e de superar desafios. Então, carregar a tocha em Itabuna é reconhecer a importância do trabalho de cada uma dessas pessoas”, declarou.

 

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Wallace Anderson, representante dos movimentos sociais e do INCRA, um dos condutores da tocha. - Foto: Eric Souza.

 

Ao longo de todo o percurso e na Praça Rio Cachoeira, cerca de 15 mil pessoas estiveram acompanhando o revezamento da tocha, segundo cálculo da Polícia Militar. O percurso da tocha olímpica por Itabuna durou cerca de 1 hora e 30 minutos, quando seguiu logo depois para Ilhéus.

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