“BATUCADA” CRIA UM NOVO ESPAÇO DE VALORIZAÇÃO DA CAPOEIRA

Representando a FICC a professora Nilmecy Gonçalves ao centro
Representando a FICC a professora Nilmecy Gonçalves ao centro

O Instituto Cultural Celeiro de Bamba Cordão de Ouro, de Itabuna, realizou, entre 6 e 9 de abril, mais uma edição do “Batucada”, espaço de fomento e fortalecimento da Capoeira como ícone de identidade cultural e como atividade desportiva. A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) adentrou o espaço de discussões proposto pelos organizadores do evento com a participação de sua presidente, a professor Nilmecy Gonçalves, que, representando a fundação, compôs a Mesa de Debates, no sábado (9), que discutiu a importância da inclusão social, através da Capoeira, de crianças e adolescentes oriundos de famílias de baixa renda. Estiveram presentes ainda representantes do Ministério da Cultura, da Fundação Cultural Palmares e da Rede Nacional de Ação pela Capoeira.

Para o Mestre Ninja, um dos organizadores do evento, “é importante lembrar que os projetos sociais mantidos não só pelo Cordão de Ouro, mas por muitos outros grupos de capoeiristas, têm contribuído bastante para retirar crianças e jovens das situações de perigo. Mais do que isso, fomentamos verdadeiras lições de amor”, disse referindo-se, entre outras iniciativas, ao fato do Cordão de Ouro ter quebrado barreiras e tabus quando da inclusão de jovens com Síndrome de Down, importante para combater o preconceito.

Cordão de Ouro reuniu grandes expoentes da Cultura de Itabuna da Bahia e do Brasil num debate sobre a importância da Capoeira
Cordão de Ouro reuniu grandes expoentes da Cultura de Itabuna da Bahia e do Brasil num debate sobre a importância da Capoeira

A professora Nilmecy destacou que “temos a obrigação de compreender os mais diversos feelings de proteção infanto-juvenil, a Capoeira como um deles, senão um dos mais importantes. Mais do que Cultura e Esporte, é um modo pelo qual preservam-se peculiaridades e singularidades únicas da nossa história. Fico feliz porque o âmbito das discussões já estão absurdamente inseridos nos modelos organizacionais dos grupos de Capoeira, nas entidades de representação. Agora, é preciso que esse debate esteja cada vez mais elevado, para que, de fato, entendamos a Capoeira como uma forma de educar e de respeitar o próximo, de compreender o ambiente onde estamos e o mundo que queremos, isso é o mais válido de tudo”, disse a presidente da FICC.

Na oportunidade, o mestre Ninja foi homenageado com a entrega do “Troféu Suassuna 2016”, pelas iniciativas e contribuições à Cultura de Itabuna através da Capoeira.

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Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC).
Assessoria de Comunicação (ASCOM).

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