“LETRAS QUE VOAM” HOMENAGEIA O ESCRITOR MONTEIRO LOBATO

O escritor Monteiro Lobato foi pioneiro no Brasil ao escrever para o público infantil
O escritor Monteiro Lobato foi pioneiro no Brasil ao escrever para o público infantil

Crianças de escolas públicas e particulares participaram, nesta terça-feira (26) e quarta (27) de sessões especiais do projeto “Letras que Voam”, mantido pela Prefeitura de Itabuna, através da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). As sessões aconteceram no Espaço Mario Gusmão (anexo da FICC). As sessões especiais foram motivadas pela passagem do Mês do Livro Infantil (Abril, quando das datas 2 de abril – Dia Internacional do Livro Infantil; 18 de abril – Aniversário de Monteiro Lobato / Dia Nacional do Livro Infantil; 23 de abril – Dia Mundial do Livro) e contaram com atividades de contação de historias, exibições audiovisuais, leituras motivadas, dinâmicas, histórias interativas, músicas, brincadeiras, teatro e varal de imagens. O conjunto de atividades fez com que as crianças viajassem no mundo encantado dos livros, e mais especialmente pelas obras do escritor brasileiro Monteiro Lobato, criador do Sítio do Picapau Amarelo.

De acordo com a presidente da fundação, professora Nilmecy Gonçalves, “o Letras que Voam vem desenvolvendo um trabalho maravilhoso, que é o de apresentar para as crianças algo novo e diferente daquilo que elas estão acostumadas. Monteiro Lobato criou um universo para as crianças, e suas obras são tão envolventes que podem ser lidas por todos. Essa homenagem, então, dá conta dessa característica especial dele, que teve a capacidade de, através da literatura, fazer ressurgir a criança que existe dentro de cada adulto e também o de ratificar a capacidade de cada criança de criar, imaginar, explorar ao máximo um universo literário especialmente criado para elas”, disse a presidente.

Claúdia Célia Moreira dos Santos professora de Literatura Foto Ewerton Porto
Claúdia Célia Moreira dos Santos professora de Literatura

Para Cláudia Celia Moreira dos Santos, professora de Literatura do Colégio Jorge Amado, “as atividades de incentivo à leitura complementam aquilo que os discentes aprendem em sala de aula, o incentivo a leitura desperta a curiosidade, e eu tenho certeza que o Letras Que Voam cumpre uma missão especial, que é o de fazer surgir (transformar) pessoas comuns em grandes leitores”, disse Claudia.

Hadassa Carmo, a mais nova integrante do projeto, estreante nas atividades de incentivo e intérprete da personagem “Emília” (inspirada pela obra de Lobato), explicou que o caráter lúdico faz despertar algo que pode estar esquecido dentro das crianças. “No momento das oficinas, podemos identificar o interesse das crianças pelos livros. As obras de Monteiro Lobato fazem com que as crianças percorram esse universo e se encantem com a magia dos livros”, disse.

Crianças do Colégio Estadual General Osorio se encantam com os livros em 3D do Projeto Letras que Voam Foto Ewerton Porto
Crianças do Colégio Estadual General Osorio se encantam com os livros em 3D do Projeto Letras que Voam

O projeto “Letras que Voam”, criado pela FICC em 2015, tem como objetivo incentivar a prática da leitura através de abordagens dinâmicas e diversificadas, como contação de histórias, declamações poéticas, leituras compartilhadas, interação entre as pessoas, uso de jogos educativos, encenações teatrais. O projeto conta com um acervo de mais de 400 títulos de livros novos, de escritores consagrados do público infanto-juvenil. Os livros chamam a atenção pelos seus esboços artísticos, pelo texto, pela capacidade que possuem de chamarem a atenção dos leitores. No escopo do projeto, faz-se um destaque especial para o fato dele ter o seu caráter itinerante, visitando praças, escolas e associações. As visitas e exposições acontecem de forma gratuita e podem ser agendadas diretamente na sede da FICC, na Praça Laura Conceição, 339 – Centro ou através do número do telefone (73) 3613 4915.

Conheça Monteiro Lobato

José Renato Monteiro Lobato (depois ele mudou o nome para José Bento Monteiro Lobato) nasceu em 18/4/1882 em Taubaté / SP e morreu em 4/7/1948. Ele foi um dos grandes nomes da literatura infantil brasileira, considerado “pai” desse tipo de literatura no Brasil, tendo criado obras clássicas como "O Sítio do Pica-pau Amarelo", que, mais tarde, foi adaptada para o rádio e para a televisão. Foi membro da Academia Paulista da Letras e também foi eleito para a Academia Brasileira de Letras (mas recusou a cadeira). Morreu em 1948, vítima de derrame.

Hadassa Carmo interpretou a Emilia do Sítio do Picapau Amarelo nas oficinas de contação de histórias Foto Ewerton Porto
Hadassa Carmo interpretou a Emilia do Sítio do Picapau Amarelo nas oficinas de contação de histórias

Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC).
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