BIRA FREITAS E PSITI MOTA ENCERRAM FESTIVAL MULTIARTE EM ITABUNA

TEXTO: ERIC SOUZA / FOTOS: ERIC SOUZA, EWERTON PORTO E NAIALA ARGUIZ | ASCOM / FICC.

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Os organizadores da FICC apontam que a meta de público foi batida. - Foto: ASCOM / FICC.

Encerrou-se neste domingo (25), no Centro de Cultura Adonias Filho, a nona edição do Festival Multiarte Firmino Rocha, iniciativa desencadeada pelo poder público municipal desde 2001 e assinada pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). Em sua nona edição, o Festival Multiarte teve 113 propostas inscritas, envolvendo mais de 400 pessoas. Dessas, 73 foram selecionadas para compor a grade de programação e concorreram aos prêmios de R$1,5 mil, R$1 mil e R$500 (1º, 2º e 3º lugares, respectivamente) em diversas categorias.

O festival, que teve a duração de seis dias, foi encerrado com a exposição de artes plásticas, em que 13 artistas figuraram com propostas diversas.  À noite, os trabalhos estiveram voltados para a apresentação do espetáculo teatral “Deus Danado”, estrelado por Bira Freitas e Psiti Mota.

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Psiti Mota e Bira Freitas apresentaram o espetáculo "Deus Danado", vencedor de 13 prêmios e sucesso de crítica - Foto: ASCOM / FICC.

Para Bira Freitas, “a proposta de um festival multicultural é muito boa e a cidade de Itabuna está de parabéns pela iniciativa”, disse o ator, que aproveitou o momento para dizer que esta foi a segunda vez que o espetáculo é encenado na cidade e que, para além da alegria de fazê-lo, estava a oportunidade de reencontrar grandes amigos, como o ator e diretor de teatro Gideon Rosa, que foi homenageado. “Eu costumo dizer que se os artistas de Itabuna fizessem greve, a arte e a cultura da Bahia estariam paralisadas”, brincou o ator falando sobre a importância da região para a cultura do estado.

A professora Nilmecy Gonçalves, presidente da FICC, disse que “Itabuna tem uma aptidão especial para congregar a arte grapiúna e o faz com muita naturalidade. O fato de reunirmos várias expressões artísticas dentro do mesmo espaço de apresentações torna a nossa cidade capaz de valorizar cada vez mais os artistas que tem. Os resultados do Multiarte dão a exata medida da generosidade dos artistas e do próprio público. Sabemos que o quanto é difícil realizar um festival desta magnitude, mas, graças à eles, aos artistas e ao público, o trabalho terminou com chave de ouro”, externou.

Resultados

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A noite de domingo (25) foi de muitas homenagens e premiação no encerramento do Multiarte. - Foto: ASCOM / FICC.

Para o curador do IX Festival Multiarte Firmino Rocha, Fernando Caldas, todos os resultados foram muito bons. “Tivemos a expectativa de recebermos um público total de 6 mil pessoas, e nós conseguimos bater a meta, tendo tido uma média de 300 a 400 pessoas por dia. Tivemos também a iniciativa de organizarmos uma praça de alimentação e um palco alternativo (na área externa). Esse palco nos deu a possibilidade de estendermos as apresentações. Os cantores e cantoras que por ali passaram puderam cantar 5 ou 6 canções. Foi maravilhoso!”, revelou.

Logo após a apresentação do peça “Deus Danado”, foram revelados os vencedores em cada categoria. Na área de Teatro, modalidade “Infantil”, foi premiada a peça “As Lavadeiras”, dirigida por Marquinhos Nô, de Itabuna. Na modalidade “Drama”, premiaram-se “1964: Nos Porões da Ditadura”, de Ricardo Barnabé (Jequié), em 1º lugar; “Dormindo Acordada”, de Drielle Quintino (Ubatã), em 2º lugar e “Ave Marias Nordestinas”, da Mestra Lainha (Ilhéus). Na modalidade “Comédia”, venceram em 1º lugar, “Brigite Bardot Não Mora Mais Aqui”, de Aldo Bastos; em 2º lugar, “Caravana de Tépis”, de Marcos Cristiano (Salvador) e, em 3º lugar, “Esse Tal de Telefone”, de Robert Monteleone (Ilhéus).

A atriz Larissa Profeta levou o prêmio de “Melhor Atriz”, pelo trabalho feito em “1964: Nos Porões da Ditadura” e o ator Robenildon Bispo de Jesus, o de “Melhor Ator”, pelo seu personagem “Lolo Brígida” em “Brigite Bardot Não Mora Mais Aqui”.

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73 propostas foram selecionadas para compor a programação do festival. - Foto: ASCOM / FICC.

Na área artística de Dança, venceram, na categoria “Clássica”, “Prelúdio”, de Natália Azevedo (Itabuna), “Pas de Trois das Odalistas”, de Krísia Farias (Itajuípe) e “Paysant”, de Marcela Carvalho (Itabuna), em 1º, 2º e 3º lugares, respectivamente. Já em “Dança Contemporânea”, foram premiados “Encanto da Amazônia”, de Krísia Farias (Itajuípe), em 1º lugar, “Erga-me”, de Natália Azevedo (Itabuna), em 2º lugar e “Inquietude”, de Marcela Carvalho (Itabuna). Já em “Dança Livre”, os prêmios foram para “Os Malandros”, de Aldenor Garcia (Itabuna), “Uma Dança”, de Wellington Santana (Itabuna) e “Saga de Guerreiro”, de Jaqueline Paula dos Santos (Itabuna), respectivamente em 1º, 2º e 3º lugares. Melissa Botelho, de Itabuna levou o título de “Melhor Bailarina” pelo seu trabalho em “Prelúdio” e Rodrigo Faustino, o de “Melhor Dançarino” pela apresentação em “Os Malandros”.

Na área de “Música”, foram premiados “Enttropia”, de Ilhéus (1º lugar), “Números Primos”, de Itabuna (2º lugar) e “Bad Maria”, de Itabuna (3º lugar), na modalidade “Pop / Rock”. Na modalidade MPB / Regional, venceram “Grupo Desafio”, de Itabuna (1º lugar), Laís Marques, de Ilhéus (2º lugar) e “Maracatu, Estrela da Terra”, de Uruçuca (3º lugar). Silvano Gonzaga levou o título de “Melhor Instrumentista” em sua apresentação feita no “Grupo Desafio”.

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A artista plástica Waldirene Borges foi uma das integrantes da comissão julgadora de Artes Plásticas. - Foto: ASCOM / FICC.

Em “Cinema”, os prêmios foram para “Amar Porque Sim”, de Taíssa Helena Araújo e Danilo Santana, de Ilhéus (1º lugar), “Por Elas”, de Carla Juliana, de Ilhéus (2º lugar) e “Forró Minha Vida”, de Diogo Matos Melo, de Itabuna (3º lugar).

Nas artes plásticas, os vencedores foram Antônio Carlos Moura, de Camacan, por sua exposição “Collage Art”; Gildásio Rodriguez, de Ilhéus; e Geiton Conceição, de Itabuna, com a exposição “Ícones da Cultura Baiana”, classificados respectivamente em 1º, 2º e 3º lugares.

Para a estudante Renata Souza Lima, 17 anos, “o Multiarte é um espaço de encanto. É muito bonito ver tanta gente fazendo coisas que valem a pena e é isso que fica registrado para quem vem aqui. Estou feliz com o festival e com tudo o que tem aqui”, disse a estudante.

Todos os espetáculos do IX Festival Multiarte Firmino Rocha tiveram entrada franca para o grande público. A coordenação do festival solicita aos participantes que ainda não receberam seus certificados que compareçam à sede da FICC, na Praça Laura Conceição, 339 - Centro, no horário das 9h às 11h30min e das 14h às 16h para buscá-los.  

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